quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Game on: para os viciados em videogame


Os videogames fazem parte da vida da maioria das pessoas. Mesmo que você não goste ou não saiba jogar, de alguma forma já teve contato eles. É para mostrar a evolução e mexer com a saudade dos amantes dos jogos eletrônicos que o CCBB traz para Brasília, entre os dias 27 de janeiro e 26 de fevereiro, a exposição Game On: O Jogo Começou. O objetivo é apresentar um panorama sobre a cultura, história e futuro dos videogames.

A exposição apresenta um panorama da cultura dos jogos eletrônicos desde os primeiros arcades (fliperamas) até as plataformas atuais, além de artes ligadas ao videogame. O  público terá acesso a mais de 120 títulos, incluindo os mais antigos, como Pachinko, Space Wars e Computer Space, além das mais novas tecnologias em realidade virtual (Halo 3, Wii Sports Resort, Rock Band etc).Visitantes não só terão a oportunidade de conhecer os games como também poderão jogá-los nas 11 seções da exposição.

Uma seleção de jogos para crianças também está inclusa na programação, e contará com a exposição de trilhas sonoras, personagens marcantes, histórias de revistas especializadas e os chamados games multiplayer, no qual várias pessoas podem jogar ao mesmo tempo.

Além da exposição, no dia 8 de fevereiro acontecerá uma mesa redonda sobre a relação entre games e educação. No auditório do CCBB, às 19h. Durante o evento serão distribuídos cadernos de anotação ao público. As dúvidas e curiosidades anotadas serão utilizadas para esclarecimentos e troca de conhecimentos durante a mesa-redonda. 

Serviço
Game On: O Jogo Começou 
Local: CCBB (SCES Trecho 2, conjunto 22 – Brasília/DF)
Data: De 27/01 a 26/02 
Horário: De terça a domingo, das 9h às 21h
Preço: Entrada franca

2 comentários:

Erika disse...

Quero muito ir nessa exposição, mas fico pensando sobre os visitantes poderem jogar. Será que vai rolar o esquema das senhas que nem a exposição da Mariko?

c:

Jéssica Raphaela disse...

Provavelmente sim, Erika. Até pra manter a organização. O problema é que as filas são quilométricas né!